Cavaco falhou declaração de compromisso para o pós-troika

Ponto do comunicado do Conselho de Estado que garantia consensos para o futuro caiu, por oposição dos socialistas.

Cavaco Silva teve de prescindir de um dos pontos que queria colocar no comunicado Bruno Castanheira

O projecto de comunicado que o Presidente da República levava para o Conselho de Estado continha um ponto que ficou pelo caminho.

Cavaco Silva gostaria que o documento resultante da reunião de segunda-feira plasmasse, de alguma forma, o consenso das mais altas instituições do Estado, do principal partido da oposição e dos “senadores” políticos quanto aos compromissos que Portugal terá de assumir no futuro, mesmo depois do programa de assistência económica e financeira. Mas falhou esta declaração de compromisso, sobretudo devido à oposição do secretário-geral do PS e de conselheiros mais à esquerda.

A discussão sobre o teor do comunicado começou ao fim de seis horas de reunião do Conselho de Estado, cuja ordem de trabalhos eram as “Perspectivas da Economia Portuguesa no pós-troika no quadro de uma União Económica e Monetária efectiva e aprofundada”.

E foi preciso quase uma hora para se chegar à redacção final, criticada até por alguns conselheiros por ser demasiado abstracta e não reflectir o que lá se passou. António José Seguro terá afirmado que aquela declaração não era fiel ao que havia sido dito na reunião e Cavaco Silva acabou por riscar, literalmente, o parágrafo.

Antes disso, vários conselheiros tinham focado a falta de consenso nacional, tanto no presente como para o futuro. Jorge Sampaio foi um deles, ao afirmar que o tempo de negociação e compromisso já passou. Manuel Alegre também o deixou claro, assim como Mário Soares – cuja intervenção foi sobretudo crítica para com a actuação do Presidente da República. E também o presidente do Tribunal Constitucional (TC) se tinha referido ao tema quando, na sua intervenção, afirmara que o primeiro pressuposto para o consenso é respeitar a Constituição.

In: Público

Agenda

actulidadeActualidade

Cavaco falhou declaração de compromisso para o pós-troika

Ponto do comunicado do Conselho de Estado que garantia consensos para o futuro caiu, por oposição dos socialistas.

Ler mais...

1PARLAMENTO
JOVEM

Uma iniciativa do Parlamento Regional em parceria com a Secretaria Regional da Educação, que se realiza há já 13 anos, e que acolhe alunos de vários estabelecimentos de ensino da Região, com idades compreendidas entre os 13 e os 16 anos que frequentam os 7º, 8º e 9º anos de escolaridade.

Ler mais...

 

2ASSEMBLEIA
VAI À ESCOLA

"A ASSEMBLEIA VAI À ESCOLA" é como se denomina a iniciativa que o Parlamento Madeirense vem realizando desde 2011 e que visa essencialmente dar a conhecer aos mais jovens, o que é, para que serve e como funciona a Assembleia Legislativa da Madeira, Primeiro Órgão de Governo Próprio da nossa Região.

Ler mais...

glossarioGlossário