Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira visita Associação de Paralisia Cerebral da Madeira

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Inserido no projeto “Parlamento Mais Perto”, o Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira inicia na próxima semana um conjunto de visitas regulares às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) da Madeira. A Associação de Paralisia Cerebral da Madeira (APCM) é a primeira...

XII Legislatura, I Sessão Legislativa Parlamento Mais Perto
Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira visita Associação de Paralisia Cerebral da Madeira
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Inserido no projeto “Parlamento Mais Perto”, o Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira inicia na próxima semana um conjunto de visitas regulares às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) da Madeira.

A Associação de Paralisia Cerebral da Madeira (APCM) é a primeira instituição a ser visitada, já na próxima segunda-feira.

A APCM tem por objetivo a prevenção, a habilitação, a participação, a inclusão social e o apoio às famílias de pessoas com paralisia cerebral. O Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira pretende, através da ‘magistratura de influência’, ajudar nesta nobre missão de sensibilizar a sociedade para a problemática da paralisia cerebral e das doenças do foro neurológico.

A média de incidência da paralisia cerebral (PC) em Portugal tem vindo a diminuir. De acordo com o relatório ‘Paralisia Cerebral em Portugal no Século XXI’, “a taxa de incidência acumulada de PC até aos 5 anos de idade para crianças nascidas em Portugal entre 2001 e 2010 foi de 1,55‰ (por cada mil) nados-vivos.  A taxa mais elevada foi registada entre as crianças nascidas em 2001, permanecendo constante entre as de 2002 a 2008, com exceção das nascidas em 2004, nas quais se registou um número inferior de casos”.

Na Região Autónoma da Madeira estão registadas 50 crianças com paralisia cerebral, entre as nascidas entre 2001 e 2010 e residentes até aos 5 anos. São 1,73 ‰ da população até aos 5 anos de idade.

O declínio da incidência da doença aos cinco anos deve-se à redução do risco de paralisia cerebral nos prematuros, nomeadamente às melhores condições de gravidez, de saúde da mulher e aos melhores cuidados no parto e neonatais. No entanto os especialistas revelam que um bebé prematuro tem 7 vezes mais a possibilidade de ter paralisia cerebral e que o fator de risco é maior para filhos de mães mais velhas, que muitas vezes recorrem à procriação medicamente assistida.

São estes os dados que José Manuel Rodrigues retém para a visita à Associação de Paralisia Cerebral da Madeira, mas o Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira quer ainda inteirar-se de como está a ser feita a defesa dos direitos e interesses das famílias e do que falta fazer para alcançar essas metas, como está a integração da pessoa com paralisia cerebral e do que pode ser feito para fomentar a criação de novos apoios, tendo em conta também a promoção da autonomia e da qualidade de vida destes doentes.

Além do mais, as IPSS têm um papel importante na chamada “Economia Social” da Madeira. Este setor tem contribuído não só para a coesão social como também tem sido uma importante fonte de criação de emprego e de promoção das pessoas e das comunidades para as quais trabalham.

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