PSD quer produtos regionais nas escolas e PS pede compensação para empresas

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Os deputados madeirenses debateram hoje um projeto de resolução, do PSD, que “Recomenda ao Governo Regional a candidatura ao regime de fruta, produtos hortícolas e leite nas escolas do pré-escolar do 1.º ciclo da Madeira e do Porto Santo. No documento pode ler-se que “sendo o Regime Escolar, uma...

XII Legislatura, I Sessão Legislativa Plenário
PSD quer produtos regionais nas escolas e PS pede compensação para empresas
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Os deputados madeirenses debateram hoje um projeto de resolução, do PSD, que “Recomenda ao Governo Regional a candidatura ao regime de fruta, produtos hortícolas e leite nas escolas do pré-escolar do 1.º ciclo da Madeira e do Porto Santo. No documento pode ler-se que “sendo o Regime Escolar, uma ação financiada pela União Europeia com o objetivo de criar hábitos alimentares para uma dieta saudável, importa que o Governo Regional da Madeira a ele se candidate, encetando junto do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I.P – IFAP, todos os procedimentos para a aplicação na Região deste regime de apoio à formação de hábitos alimentares saudáveis, com enfoque na fruta regional, ou seja, na produção e nos produtores madeirenses”. Assim os sociais democratas querem que a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira recomende ao Governo Regional o reforço da aposta no “consumo da fruta e dos produtos hortícolas regionais”.

A discussão parlamentar versou ainda o projeto de resolução, da autoria do PS, que "Estabelece Subsídio de Compensação pela perda de ganhos para empresas, operadores culturais e organizações culturais amadoras”.

Os deputados do Partido Socialista pedem ao Governo para que sejam “concedidos auxílios financeiros em forma de subsídio de compensação a empresas e operadores culturais, mediante solicitação, a fim de cobrir danos económicos relacionados, em particular, com o cancelamento ou adiamento de eventos e projetos artísticos e culturais, desde que tais danos sejam estejam diretamente relacionados com medidas governamentais destinadas a combater coronavírus (COVID-19)”. Pretendem que “a compensação pela perda de rendimentos cubra um máximo de 80% dos danos económicos”.

Reunião Plenária n.º 55 23.06.2020
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