Parlamento da Madeira simbolicamente às escuras na Hora do Planeta doente e que precisa de ser salvo

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O parlamento madeirense aliou-se esta noite à iniciativa “Hora do Planeta. Durante uma hora toda a iluminação do edifício foi desligada numa mensagem simbólica que pretende alertar para a salvaguarda do nosso futuro e do futuro do planeta. O Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, José...

XII Legislatura, I Sessão Legislativa Mensagem do Presidente
Parlamento da Madeira simbolicamente às escuras na Hora do Planeta doente e que precisa de ser salvo
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O parlamento madeirense aliou-se esta noite à iniciativa “Hora do Planeta. Durante uma hora toda a iluminação do edifício foi desligada numa mensagem simbólica que pretende alertar para a salvaguarda do nosso futuro e do futuro do planeta.

O Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, José Manuel Rodrigues, lança o desafio para que pensemos no que podemos fazer para minimizar as alterações climáticas. “O Planeta está doente e a Humanidade está doente. A pandemia que estamos a passar é também resultado de muitas irresponsabilidades na gestão dos ecossistemas. (…) A Madeira é uma das Regiões do Atlântico mais vulneráveis às mudanças do clima, conforme pudemos verificar nos últimos anos e como demonstram todos os estudos. Nestes dias de medo e receio perante a pandemia, pensemos no que cada um de nós pode fazer para reduzir os fatores que levam às alterações climáticas e como podemos contribuir para a salvaguarda das nossas ilhas e do nosso Planeta. Não temos tempo a perder!”, afirmou.

A “Hora do Planeta” é uma iniciativa da World Wilde Fund For Nature  (WWF) que começou em 2007 em Sidney, na Austrália, quando 2,2 milhões de pessoas e mais de 2.000 empresas apagaram as luzes por uma hora numa tomada de posição contra as mudanças climáticas. Este ano, só em Portugal há mais de 100 municípios e muitas dezenas de instituições aderiram à iniciativa, entre elas a Assembleia Legislativa da Madeira

A “Hora do Planeta” tornou-­se um movimento de sustentabilidade global com mais de 50 milhões de pessoas em 135 países a mostrarem o seu apoio a esta causa ao desligarem simbolicamente a luz. Monumentos e ‘obras de arte’, como a Sydney Harbour Bridge, a Torre CN, em Toronto; a Ponte Golden Gate, em São Francisco; o Coliseu de Roma, entre muitos outros, ficam às escuras como símbolos de esperança por uma causa que se tornava mais urgente a cada hora e em todas as partes do mundo.

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