Iluminado de azul, o parlamento madeirense junta-se à luta contra os maus-tratos na infância

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A Assembleia Legislativa da Madeira ilumina-se na cor azul, a partir da noite desta quinta-feira, e ao longo de todo o mês de abril, associando-se, com este gesto, a mais uma causa social, desta feita à campanha "Laço Azul", uma iniciativa de âmbito nacional que, na Região, é promovida pela Comissão...

XII Legislatura, II Sessão Legislativa PresidentePresidente
Iluminado de azul, o parlamento madeirense junta-se à luta contra os maus-tratos na infância
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A Assembleia Legislativa da Madeira ilumina-se na cor azul, a partir da noite desta quinta-feira, e ao longo de todo o mês de abril, associando-se, com este gesto, a mais uma causa social, desta feita à campanha "Laço Azul", uma iniciativa de âmbito nacional que, na Região, é promovida pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens do Funchal (CPCJ).

Abril é o mês em que a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens assinala, um pouco por todo o país, a luta pelos direitos de crianças e jovens vítimas de maus-tratos, sendo o "Laço Azul" a imagem que simboliza esta ação de sensibilização. 

Ainda no âmbito desta campanha, o átrio da Assembleia Legislativa da Madeira irá acolher, a partir do próximo dia 5 do corrente mês, uma mostra de desenhos organizada pela CPCJ, alusiva ao tema dos direitos da criança.

Os primórdios da campanha "Laço Azul" remontam ao ano de 1989, na Virgínia, EUA, tendo sido Bonnie W. Finney, uma avó cujos netos foram vítimas de maus-tratos, a sua impulsionadora. Finney amarrou uma fita azul à antena do seu carro, com o intuito de alertar as pessoas para o flagelo social. Quando a comunidade questionou a sua atitude, a mulher contou que a neta e o neto haviam sido vítimas de maus-tratos e que o neto acabaria por sucumbir às mãos dos agressores. Bonnie W. Finney justificou que a escolha da cor azul se deveu ao facto de não querer esquecer os corpos violentados das crianças e as suas nódoas negras. O azul servir-lhe-ia como um alerta constante para a sua luta em prol da proteção das crianças contra os maus-tratos.

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