Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira presidiu a cerimónia que assinalou a Revolta da Madeira

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Os 91 anos da Revolta da Madeira foram hoje assinalados no Ato Comemorativo presidido pelo Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, José Manuel Rodrigues. Junto ao Monumento à Revolta da Madeira de 1931, situado no Largo Charles Conde de Lambert, foi realizada a cerimónia com a deposição de...

XII Legislatura, III Sessão Legislativa PresidentePresidente
Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira presidiu a cerimónia que assinalou a Revolta da Madeira
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Os 91 anos da Revolta da Madeira foram hoje assinalados no Ato Comemorativo presidido pelo Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, José Manuel Rodrigues.

Junto ao Monumento à Revolta da Madeira de 1931, situado no Largo Charles Conde de Lambert, foi realizada a cerimónia com a deposição de flores e a Guarde de Honra prestada pelos Bombeiros Sapadores do Funchal e pelos Bombeiros Voluntários Madeirenses.

Na cerimónia estiveram presentes o Secretário Regional de Educação, Ciência e Tecnologia, Jorge Carvalho, o Secretário Regional de Economia, Rui Barreto, o Secretário Regional de Saúde e Proteção Civil, Pedro Ramos,  o Secretário Regional de Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, a Secretária Regional de Inclusão Social e Cidadania, Rita Andrade, a Secretária Regional de Recursos Naturais e Ambiente, Susana Prada, e o Secretário Regional de Equipamentos e Infraestruturas, Pedro Fino, entre demais entidades civis e militares.

A Revolta da Madeira foi um levantamento popular e militar contra o regime da Ditadura Nacional, iniciado a 04 de abril de 1931, em resposta à política económica restritiva imposta por António de Oliveira Salazar, que na época desempenhava o cargo de Ministro das Finanças.  

A grave crise económico-financeira que assolava a Madeira e o manancial de deportações para de e para a ilha, de dissidentes civis e militares que participaram em movimentos insurrecionais, propiciou o sucesso inicial da Revolta da Madeira, que teve repercussão em algumas ilhas dos Açores, Guiné Portuguesa, Moçambique e São Tomé.

A incapacidade de replicar a contestação no Continente português e a falta de armamento fez fracassar a Revolta da Madeira, que ainda assim foi a mais longa de todas, tendo durado 28 dias.

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