Governo Regional vai investir 69 milhões de euros nas energias renováveis

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O Presidente do Governo Regional da Madeira começou por lembrar o momento atual e a guerra entre a Rússia e a Ucrânia para reforçar a ideia de que esta “é uma questão prioritária na agenda da Europa” e um tema que urge resolver. Vincou que a dependência da Alemanha em relação à Rússia foi “um erro...

XII Legislatura, III Sessão Legislativa PlenárioPlenário
Governo Regional vai investir 69 milhões de euros nas energias renováveis
O Governo Regional foi ao Parlamento madeirense explicar os deputados “a transição energética na Região Autónoma da Madeira”, tema proposto pelo executivo para o debate mensal.
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O Presidente do Governo Regional da Madeira começou por lembrar o momento atual e a guerra entre a Rússia e a Ucrânia para reforçar a ideia de que esta “é uma questão prioritária na agenda da Europa” e um tema que urge resolver. Vincou que a dependência da Alemanha em relação à Rússia foi “um erro estratégico”.

Miguel Albuquerque explicou que mais de 40% da energia consumida na Madeira é produzida a partir de fontes renováveis. A meta é atingir os 50% até 2026. Para alcançar tal objetivo estão previstos investimentos na ordem dos 69 milhões de euros, já inseridos no quadro do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

O JPP recorreu às estatísticas para dizer que a produção de energia a partir de fontes renováveis, na Região, está nos 28% e não nos 40%, referidos Presidente do Governo.

O PS apontou a Madeira como a Região do país com a energia mais cara, e garantiu haver uma fraca execução dos orçamentos regionais na área da transição energética.

O PCP vincou que mesmo atingindo a meta de metade da produção de energia a partir de fontes renováveis, há os outros 50% que exigem energias fósseis, para pedir mais ambição ao executivo.

O CDS-PP enalteceu a política energética do Governo Regional, afirmando haver uma certa “miopia” na oposição.

O PSD diz ser natural não haver conhecimento dos investimentos feitos, porque os restantes partidos “só lá vão de quatro em quatro anos”, numa alusão clara ao período de campanha eleitoral.

Reunião Plenária n.º 46 de 23.03.2022 (áudio)
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