Rostos que se destacam na história da Autonomia pela visibilidade política, outros afirmam-se pela função que desempenham no funcionamento das instituições. Ireneu Cabral Barreto pertence claramente a este segundo grupo. Não é um protagonista do combate partidário nem um nome associado à construção inicial do regime autonómico, mas ocupou, durante sensivelmente 15 anos, um dos lugares mais sensíveis do seu equilíbrio.
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