Hoje assinalamos o Dia da Revolta da Madeira, um marco que simboliza a coragem e a determinação de um povo que se ergueu em defesa dos seus direitos, da sua dignidade e da sua autonomia.
Na cerimónia evocativa, presidida por Rubina Leal, recorda-se não apenas o passado, mas o espírito de união e firmeza que levou o povo madeirense, lado a lado com os militares, a afirmar a sua voz perante a injustiça.
Esse legado mantém-se atual. Tal como em 1931, a Madeira continua a afirmar-se com firmeza perante persistentes atitudes centralistas. Há diálogo e entendimento, mas também a convicção de que, quando necessário, o povo madeirense sabe unir-se e defender os seus interesses, valorizando a sua autonomia e a sua importância estratégica para o país.
Celebrar este dia é reafirmar o compromisso com esse caminho: honrar o passado, fortalecer o presente e continuar a construir, com determinação, uma autonomia viva, respeitada e ao serviço de todos os madeirenses e porto-santenses.