Foi padre, deputado durante sete mandatos, presidente da Câmara de Machico e uma das figuras mais controversas da vida madeirense das últimas cinco décadas. Na Ribeira Seca deixou uma marca que atravessou gerações. Irene Catanho e Telmo Viveiros, mãe e filho, ajudam a contar o homem para além do “padre vermelho”.
José Martins Júnior foi padre, político, músico, compositor, dirigente associativo e, durante décadas, uma das vozes mais incómodas da Madeira. Para uns, o “padre vermelho”, provocador e agitador. Para outros, alguém que deu voz a uma população esquecida e enfrentou poderes que pareciam intocáveis.
Morreu a 12 de Junho de 2025, aos 86 anos, mas é difícil contar a história recente de Machico, e particularmente da Ribeira Seca, sem passar por ele.
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