Jaime Filipe Ramos nasceu nove meses depois do 25 de Abril. A democracia portuguesa tinha começado, mas a Madeira ainda não era uma Região Autónoma. Cinquenta e um anos depois, pertence a uma geração que recebeu a Autonomia construída pelos que a antecederam, mas considera que chegou o momento de lhe garantir outra coisa: sustentabilidade para continuar a avançar.
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