Tinha 15 anos quando aconteceu a Revolução e pouco depois já participava na agitação política e social de Machico. Foi autarca, presidente da Câmara, deputado e líder parlamentar do PS. Décadas depois regressou à Universidade para estudar, como historiador, o período de que também tinha sido protagonista. Hoje, não confunde as críticas que faz à governação regional com a Autonomia, que considera “um bem sagrado”.
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